Environment, Culture and Arts, New Technologies, Others
Trabalhamos para que o digital não seja fronteira, mas ponte. Desenvolvemos projetos artísticos de coparticipação e de carácter intergeracional, como oficinas, residências abertas, open studios, conversas entre a comunidade, artistas e curadores, e até aulas de yoga junto à instalação imersiva. Tudo serve para aproximar o código da vida quotidiana e fazer do digital uma linguagem de encontro. A arte torna-se, assim, uma ferramenta de escuta e de reinvenção da identidade local. As residências e os projetos que desenvolvemos partem do Barrocal algarvio, do seu ritmo, das suas gentes, das suas práticas, para pensar e reinventar o modo como o digital se pode inscrever na memória e no futuro deste lugar. O diálogo faz-se com artistas, associações locais, escolas, artesãos, agricultores e diferentes grupos culturais, num processo de escuta, partilha e criação que valoriza tanto o saber-fazer tradicional como a experimentação contemporânea. O mais importante para nós é que o Museu nunca funcione desligado das pessoas.
Environment, Culture and Arts, New Technologies, Others
Adults, Children and youth, Family and community at large, Old people